Renovação de Matrículas

“Os procedimentos de Renovação de Matrículas e Novas Matrículas funcionarão de acordo com as orientações abaixo, provenientes da DGESTE:Por forma a tornar mais ágil o processo de matrículas, informo V. Exa. que as renovações de matrícula (EPE, 2.º, 3.º, 4.º, 6.º, 8.º, 9.º, 11.º, 12.º) passam, a partir do dia de hoje, a processar-se de forma automática, nos mesmos termos em que acontecia no ano letivo transato, com exceção de transferências de estabelecimento.Neste contexto, importa acautelar os seguintes aspetos:As escolas deverão assegurar-se que os Encarregados de Educação são informados pelo meio mais célere de que as renovações de matrícula passam, a partir do dia de hoje, a processar-se de forma automática, nos mesmos termos em que acontecia no ano letivo transato (esta informação será também disponibilizada através do Portal das Matrículas);Para os alunos cujos Encarregados de Educação tenham já procedido a submissão de renovação no Portal das Matrículas, não são necessárias mais diligências, uma vez que os AE/ENA já dispõem de toda a informação e o processo está completo;As escolas devem, nos termos do ponto 1 e no contexto da informação prestada aos Encarregados de Educação, definir forma e prazos para, oportunamente:- recolher consentimento relativo à proteção de dados pessoais;- apurar as opções relativas a AEC (1.º ciclo) e EMR, bem como às disciplinas anuais de opção de 12.º ano;- identificar as necessidades de transporte escolar;- recolher declaração da Segurança Social para efeitos de identificação da situação de beneficiário de ASE.Dado o atual contexto de pandemia, todos estes procedimentos devem ser realizados, preferencialmente, através de meios digitais, evitando-se, por esta via, a necessidade de deslocação à escola por parte dos Encarregados de Educação;Todos os anos de início de ciclo, bem como as transferências, têm obrigatoriamente de continuar a tramitar no Portal das Matrículas.”

DEVOLUÇÃO DE MANUAIS SUSPENSA

Com alteração legislativa verificada, ficou decidido que não se terá de entregar os manuais neste momento, até porque serão um instrumento fundamental para a recuperação das aprendizagens prevista para o o início do próximo ano letivo..Anexamos instrução enviada pela nossa direção de agrupamento a todos os pais e encarregados de educação.

WEBINAR – AP ESM – 03 julho, 21h00.

“Educação em tempo de pandemia – da planificação à operacionalização”

Inscrições encerradas, poderá assistir ao evento em http://fb.me/apaisesm

A pandemia provocada pelo Covid-19 teve repercussões em todas as áreas, obrigando os países afetados a encerrar as escolas – as crianças e jovens que ficaram confinados às suas casas terão, então, de demonstrar que mantiveram a capacidade de aprender e as escolas, por seu turno, terão de dar provas de que mantiveram a sua competência para ensinar. O país encontrou-se, quase de um dia para o outro, fechado em casa e forçado a adaptar-se, mas, acima de tudo planear tudo de novo, em face de uma nova realidade. A mudança surgiu mais por necessidade do que por vontade, tornando-se intrusiva e, por vezes, perturbadora, levantando uma dificuldade em conciliar tantas frentes abertas, nas escolas como nas famílias, nunca esquecendo o papel fundamental que as autarquias desempenharam na adaptação a esta nova realidade mas, também o papel acometido às associações de pais na busca de soluções, no esclarecimento,
na clarificação e no apoio para a resolução das situações criadas. Identificaram-se tarefas e projetos de educação e formação, para se realizar em teletrabalho, forneceram-se os equipamentos de informática, instalação de software e acesso a internet, necessários, garantindo a execução do trabalho de forma remota e segura. Ferramentas digitais como o Teams, a plataforma Moodle, o Skype, o WhatsApp, e outras disponíveis no Google Docs, têm possibilitado a oferta contínua de aprendizagem e educação indispensáveis para a qualificação dos intervenientes neste processo. Desde a forma como os professores ensinam e interagem nestas plataformas, até ao modo como os alunos se desenvolvem, ganham competências e conhecimento, há muito mais caminho do que aquele que separa os ecrãs de quem dá as aulas e de quem as recebe. Esta pandemia, se algo de bom teve, foi o de mostrar como a tecnologia pode contribuir para esta nobre missão de educar. Contudo, e há que sublinhar este aspeto, a inovação e a tecnologia, por si só, não substituem o papel humano das escolas, a sua função de proporem um local partilhado de aprendizagem em contexto presencial e participativo, no qual as relações interpessoais desempenham um insubstituível papel de socialização e de formação dos indivíduos. A escola não se resume a professores a ensinarem e a alunos a aprenderem. A escola é vida e ganha vida com as vidas das suas crianças e jovens. O gradual regresso à normalidade vai permitir compreender essa realidade de forma mais plena e, como comunidade, iremos valorizar devidamente as escolas por este papel único. Há, contudo, um aspeto da maior importância: neste processo nenhum aluno pode ficar para trás. Sabemos que face a uma planificação que se fez apressada, há uma operacionalização, face a um novo ano letivo no horizonte que se pretende efetiva, a bem do sucesso dos alunos mas, onde todos são chamados a cumprir as suas responsabilidades. Urge que se aposte na tecnologia e na inovação para todos, como fatores da maior importância para o futuro da educação. Não por uma questão de necessidade, como agora sucedeu com o confinamento, mas sim por uma questão de vontade, porque o mundo vai voltar a acelerar e a educação deve acelerar com o mundo – não contra ele. Mais inovação, mais tecnologia, mais meios, mas também mais humanidade. Mais e melhor escola: porque é aí, mais do que em qualquer outro local, na escola física, e na continuação da escola em casa que estas duas dimensões têm potencial para coexistir e gerar excelentes resultados.

Continuando com a nossa missão de querer fazer parte da solução, acreditando que, efetivamente, “Juntos Somos Mais Escola”, entendemos de ser o momento de trazer a debate esta questão, procurando perceber de que forma é que os principais agentes do processo educativo (ME, Autarquia e Movimento Associativo Parental/Famílias), perspetivam todo este processo de operacionalização do novo ano letivo, face a esta “nova normalidade”, e um arranque que se perspetiva misto, convidando para um webinar a realizar no próximo dia 03 de Julho, pelas 21h00, o Diretor Geral da DGestE Dr. João Miguel Gonçalves, a Vereadora da Educação da Câmara Municipal da Maia Dr.ª Emília Santos e o presidente da CONFAP Dr. Jorge Ascenção.
Evento gratuito, mas sujeito a inscrição previa. Terá transmissão através do Facebook da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundaria da Maia.

A Direção Associação de Pais da Escola Secundária da Maia

Resultado do inquérito às famílias

A CONFAP, com a colaboração das suas associadas, elaborou e promoveu um inquérito para
perceber as perceções e dificuldades das famílias neste período de COVID-19, com a súbita
necessidade de acompanhar os filhos com a escola em casa. Assim, solicitámos às famílias meio
minuto do seu tempo para dedicar a este inquérito, dando um inestimável contributo, com as
suas opiniões e realidades, para se conseguir a melhor resposta às necessidades das famílias e
para que o futuro possa ser o mais abrangente e com a maior equidade possível.

Agradecemos a todas as famílias e associadas, que quiseram colaborar com a CONFAP para em
conjunto e unidos se conseguir sempre mais e melhor neste difícil e complexo momento da
educação provocado pelo COVID-19

(Artigo originalmente publicado no sítio da confap http://www.confap.pt/conteudo/noticias/inquerito)

Inquérito às famílias

Pedimos a vossa colaboração para responder ao inquérito/auscultação às famílias, para que, possamos ter dados, e opiniões reais, sustentando, com base em dados efetivos, as decisão que tenham necessidade de ser tomadas por parte da tutela, para que o futuro possa ser o mais abrangente e com a maior equidade possível.

Agradecemos a sua leitura e, naturalmente, o seu preenchimento bem como a  sua partilha.
http://apaisesm.pt/inquerito/